O Evangelho não nasceu nos palácios cheios de mármore ou pedras preciosas, nem tão pouco numa Catedral cheia de riquezas. Ele veio da simplicidade de uma manjedoura, no meio dos animais, sem uma cama, sem enfeites, sem um cobertor, sem um travesseiro de penas, sem um pijama de marca, pois na verdade a marca que carregava desde o seu nascimento, era a marca de um chamado que mudaria a sua vida e de todos os que Nele pudessem crer. Se Ele tinha um nome? Sim... Sim..., mas não era como o dos chamados pastores de hoje que precisam de um cartaz, divulgação na TV ou rádio, ofertas, hotéis, seguranças, motoristas, limusines, gente pra carregar a sua maleta; afinal Ele nem tinha uma, na verdade Ele não tinha nem mesmo uma casa, nem uma pedra pra reclinar a cabeça... Comida? Ah! Sim, essa Ele tinha, era fazer a vontade Daquele que o enviou, as outras coisas não eram com Ele, pois fiel é o que o enviou para através Dele multiplicar o lanchinho de um menino, num banquete não só pra Ele, mas para mais de cinco mil homens, (risos). Ah sim!, e isso tudo não era num luxuoso hotel em Porto Seguro , Londres, EUA, não... Não... NÃO MESMO, era num deserto; e no deserto fica aquele que não crê em toda essa simplicidade que não mata, que não abusa, que não estupra, que não usurpa, que não machuca, não domina, não complica, não contamina, não dissimula, não obriga... Mas abriga, simplifica, edifica, dá vida, agita a alma, mas traz calma, paz, gozo, sensibilidade, agilidade, cumplicidade, amizade, verdade... Crer nisso hoje, é ser louco, tosco, bobo. Prefiro sim, ser chamado dessas coisas e muitas outras, por amor a Ele, afinal, foi Ele quem me tirou das trevas para a luz, é Ele quem me conduz, quem me liberta de mim e dos outros; de mim, pois não habita bem algum em meu ser, e dos outros, porque não preciso temer a quem mata a carne. Por essas e por milhares e milhares de outras razões eu digo, afirmo e creio que viverei o Evangelho Simples e Puro de Jesus, sem dogmas, paradigmas, restrições e maldições, pois hoje entendo que sou livre pra ser de Jesus, sem que alguém me mande ser; que hoje posso amá-Lo, não porque alguém me disse que o devo fazer; mas sim, porque a cada dia estou conhecendo-o, e isso sim, pra mim, é o importante.
E você que lê hoje esse texto, te encorajo a fazer o mesmo, procure conhecer a Jesus simplesmente como Ele é, sem pressão de alguém, mas com a alma descansada Nele, que pode mudar o rumo da sua vida, e te levar a conhecê-Lo como realmente Ele é.
Diante de tudo isso, posso te dizer uma coisa: Eu que era cego agora posso ver.
Em Cristo
Anderson Alves.
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